S.O.S JJ Justice: Revelar a Verdade

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Terra Blog

20.08.08

Presidente da Hyundai é perdoado...

Presidente da Hyundai é perdoado por governante da Coréia do Sul

Acusado de tráfico de influência, executivo recebe o perdão do presidente sul-coreano

Texto: Matheus Q. Pera

Quem acompanha as notícias relacionadas à economia mundial, sabe que a Coréia do Sul segue com boa saúde financeira e que o poder empresarial pesa muito mais que a lei naquele país. Mas casos de corrupção não são vistos apenas por aqui, pois qualquer país dito desenvolvido pode contar com pessoas mal-intencionadas. O presidente da Hyundai, Chung Mong-koo, por exemplo, foi declarado culpado em um caso explosivo de subornos e tráfio de influências, que respingou na cúpula política e empresarial do país. Porém, o executivo-chefe de uma das maiores fabricantes do planeta recebeu uma sentença leve e, agora, recebeu o perdão do presidente da república sul-coreana.

Lee Myung-bak, chefe de estado da Coréia do Sul, que havia declarado estar "pessoalmente oposto" à decisão judicial, teria perdoado de todas as formas os "pecados" do presidente da Hyundai e seus cúmplices. Mong-koo nem sequer chegou perto de alguma prisão em sua sentença, mas o restante dos executivos acusados estaria "tendo problemas ao realizar negócios no exterior". Consternado com os fatos, o governo teria desculpado a cúpula diretora da Hyundai, assim como o chefe dos conglomerados industriais SK Group e Hanwha. A esperança, segundo a assessoria da presidência, seria de que "os homens de negócio conseigam a revitalização da economia, criando postos de trabalho através de suas ações e explorando outros mercados. Tudo, como se pode ver, pela economia. O caso das duas empresas citadas por último, aliás, não estão relacionados, mas têm seu tom de gravidade. O presidente do SK Group foi preso por fraude, enquanto o executivo-chefe da Hanwha teria ordenado uma briga para vingar o assalto que alguns trabalhadores de um bar teriam feito a seu filho. No total, o presidente da Coréia do Sul teria perdoado cerca de 341 mil executivos e políticos do país.

A Coréia do Sul é um país que deve quase toda a solidez de sua economia atual aos grupos citados acima: Hyundai (que adquiriu a então-quase-falida Kia), SK Group e Hanwha. Eles seguiram o modelo dos keiretsus japoneses, empresas que se aliam em torno de interesse comum, e não é segredo que a corrupção é aceita pelo governo devido ao capital atraído pelos conglomerados ao país. Vale ressaltar que o próprio Mong-koo não recebeu a pena de prisão pelo fato de se temar criar um perigoso vazio no alto cargo da Hyundai, algo inadmissível para o avanço da economia sul-coreana. Na Coréia do Sul, o crime parece compensar. Ao menos se você tiver um bom emprego.

Fonte:AutoDiário / NOTÍCIAS / 13.08.2008 - 14h10

SOS JJ JUSTICE - como isto é possível?!?!?! JUSTIÇA < ECONOMIA

Por favor ajude-nos à salvar a vida do nosso pai, CHONG JIN JEON. Ele é uma grande vítima de perseguição política e poder econômico, perseguido pelos grandes líderes da Coréia do Sul. Ele É INOCENTE e seu suposto crime É MUITO MENOS do que estes criminosos, quem foram perdoados (oficialmente no dia 15/08/2008). Como isto é JUSTO?!?! Ele encontra-se preso na Polícia Federal há mais de 2 anos, aguardando a extradição para à Coréia.

Por favor assista ao nossos vídeos; WWW.YOUTUBE.COM/JEONJUSTICE

Antecipadamente gratas, Jeniffer, Suely, e Bonnie JEON

JUSTIÇA!!!
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  • Postado em 16:57:40

EUA aceitam exportar à Coréia do Sul carne de gado

EUA aceitam exportar à Coréia do Sul carne de gado com menos de 30 meses

da Efe, em Seul

Os EUA e a Coréia do Sul chegaram a um acordo em Washington pelo qual só a carne bovina proveniente de gado com menos de 30 meses será exportada ao país asiático, segundo fontes oficiais sul-coreanas.

As mesmas fontes assinalaram que também não será exportada à Coréia do Sul carne com de menos de 30 meses com medula espinhal ou restos de cabeça, que também propiciam o surgimento do mal da vaca louca.

Os EUA e a Coréia do Sul decidiram estabelecer um mecanismo para verificar a idade das cabeças de gado que dão origem à carne exportada.

O acordo foi alcançado em uma reunião entre o ministro de Comércio sul-coreano, Kim Jong-hoon, e a representante de Comércio Exterior americana, Susan Schwab, para buscar uma solução para a crise.

Coréia do Sul e EUA haviam chegado a um acordo em abril para abrir o mercado do país asiático às exportações de carne bovina americana.

Mas desde 2 de maio, teve início em Seul uma onda de protestos quase diários, com o governo sendo acusado de buscar objetivos políticos em detrimento de critérios sanitários, o que logo fez despencar a popularidade do presidente Lee Myung-bak.

Nas últimas semanas, Lee tentou retificar em parte o acordo comercial, e pediu perdão em duas ocasiões à população de seu país.

O presidente sul-coreano havia se comprometido recentemente a impedir a entrada no país de carne americana de gado com mais de 30 meses, a mais suscetível ao mal da vaca louca.

Fonte:Folha Online / DINHEIRO/ 21.06.2008 - 03h55

Fotos dos protestos contra a carne norte-americana. Fonte:Foreign Policy / 27.06.2008 - 18h44
  • criado por  joonzon criado por joonzon
  • Postado em 16:50:56

29.07.08

Projeto da Kia no Brasil vai parar na justiça...

Projeto da Kia no Brasil vai parar na justiça com disputa bilionária

Supremo Tribunal Federal decide extraditar coreano envolvido no primeiro projeto de fábrica do grupo no País

A fábrica da Hyundai foi inaugurada na semana passada em Anápolis, em Goiás, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente mundial da Hyundai Motor Company, Choy Jae Kook. Enquanto a inauguração era feita com toda pompa e circunstância, o Supremo Tribunal Federal (STF) avaliava, discretamente, uma denúncia envolvendo a tentativa anterior de o grupo coreano se instalar no País. A disputa envolve um dívida que pode ultrapassar R$ 1 bilhão com o governo brasileiro e denúncias de fraude. Na segunda-feira, o Supremo decidiu extraditar para a Coréia do Sul um dos executivos envolvidos no processo.

A nova fábrica foi construída pelo empresário brasileiro Carlos Alberto de Oliveira Andrade, dono do grupo Caoa e importador de veículos da Hyundai. Ele investiu sozinho R$ 400 milhões no projeto. A empresa coreana fornece a tecnologia de produção e de montagem e as peças para os veículos.

Na fachada da fábrica aparece o nome Hyundai, que também estará no logotipo dos veículos. A Hyundai é dona da Kia Motors, que era dona da antiga marca Asia Motors. No Brasil, a Asia Motors havia se comprometido a construir uma fábrica na Bahia, nos anos 90. Com a promessa, a montadora conseguiu abatimento de impostos de importação de veículos. Como a fábrica não saiu do papel, o governo está cobrando da empresa o pagamento dos impostos que deveriam ter sido recolhidos na época.

MULTA

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, o valor original da multa é de US$ 217 milhões. Advogados que acompanham o caso dizem que, em setembro de 2003, o valor inscrito na dívida ativa da União, convertido em reais, já estava em R$ 858 milhões. Hoje, corrigida, a dívida passaria de R$ 1 bilhão. A cobrança é responsabilidade da Receita Federal, que notificou a empresa e seu sócio brasileiro, Washington Armênio Lopes, na época presidente da Asia Motors do Brasil.

Lopes e Chong Jin Jeon (coreano que vive no Brasil) eram importadores de veículos da Asia Motors desde 1993. Em 1997, já inscrito no Regime Automotivo, fizeram parceria com a Asia Motors da Coréia para a construção da fábrica. A empresa coreana passou a deter mais da metade das ações e eles ficaram com 49%.

A Hyundai comprou a Kia em 1998. No ano seguinte, a construção da fábrica brasileira foi abortada, depois de uma festa de instalação da pedra fundamental com as presenças do então presidente Fernando Henrique Cardoso e do governador da Bahia, Antonio Carlos Magalhães. Cerca de 70 mil modelos Hyundai foram importados, a maioria das vans Towner e Topic. Boa parte entrou no País com desconto de 50% de impostos, conforme previa o Regime Automotivo, e gerou a dívida que agora ninguém assume.

Em 2001, dirigentes da Hyundai e o presidente da Coréia, Kim Dae Jung, pediram o perdão da dívida a FHC, que visitava Seul. Em troca, prometiam retomar as sobras da fábrica, mas não foram atendidos.

BATALHA JUDICIAL

A cobrança pelos impostos atrasados envolve uma disputa entre a Kia e seus antigos sócios no Brasil. Ninguém quer assumir as dívidas com o governo. Os ex-sócios acusam a Kia de ter inverstido menos que o prometido no Brasil, o que teria inviabilizado o projeto da fábrica. A Kia acusa os ex-sócios de fazer um aumento de capital fraudulento, em 1998, para forçar a montadora coreana a colocar mais dinheiro na empresa.

Além do processo pelo aumento de capital, a Kia cobra US$ 80 milhões em veículos importados que não teriam sido pagos. Segundo o advogado Fabiano Robalinho, do Escritório de Advocacia Sergio Bermudes, responsável pelo caso, a Kia ganhou a ação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas os ex-sócios recorreram.

Já o sócio brasileiro, Washington Lopes, informou que o aumento de capital teve autorização da Justiça, dos executivos coreanos e do Banco Central. Ele disse que também move ações contra a Kia, pedindo a integralização do capital que não teria sido cumprido pela montadora, de quase US$ 200 milhões. "A falta desse capital impediu a construção da fábrica", disse. No processo, ele também acusa a montadora de abuso de poder econômico.

O sócio Jeon foi preso no fim de 1998 na Coréia, quando visitava o país. Ficou detido por um ano e meio (19 meses). Foi julgado e condenado a dez anos por ações fraudulentas que teria praticado na Asia brasileira. Conseguiu um habeas corpus e fugiu para o Brasil. Em julho passado, foi preso pela Polícia Federal de São Paulo. Na segunda-feira, atendendo pedido do governo da Coréia do Sul, o STF decidiu por sua extradição. Nos próximos dias, ele vai apelar pela reversão da decisão.

NOVA CHANCE - O presidente Lula durante inauguração da fábrica da Hyundai: primeira tentativa da empresa de se instalar no Brasil fracassou

ENTENDA O CASO PROJETO

PROJETO:
A Asia Motors, então subsidiária da Kia Motors, anunciou na década de 90 que construiria uma fábrica na Bahia. A Asia Motors teria 51% da fábrica. Os 49% restantes seriam do brasileiro Washington Armênio Lopes e do coreano Chong Jin Jeon, que vive no Brasil.

FRACASSO:
Em 1998, a Hyundai comprou a Kia Motors. No ano seguinte, a construção da fábrica brasileira foi abortada.

DÍVIDA: No rastro da construção da fábrica, foram importados para o Brasil cerca de 70 mil modelos Hyundai, parte deles com desconte de 50% nos impostos, como previa o regime automotivo. Como a fábrica não foi construída, o governo passou a exigir que o desconto fosse devolvido.

COBRANÇA: Segundo o governo, o valor original da multa é US$ 217 milhões. em 2003, segundo advogados que acompanham o caso, teria chegado a RS$ 858 milhões. Hoje, a estimativa é que ultrapasse R$1 bilhão.

Fonte: O ESTADO DE S.P. / NEGÓCIOS / 27.04.2007
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  • Postado em 15:30:39

Lula evita reunião com Hyundai

Empresa tem dívida de R$ 1 bilhão com o governo

BRASÍLIA

O Palácio do Planalto teve o cuidado de negar, na semana passada, pedido de audiência do presidente mundial do grupo coreano Hyundai, Chung Mong-Koo, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A cautela impediu que Lula recebesse um insólito pedido de perdão da dívida de cerca de R$ 1 bilhão da empresa com a Receita Federal. A Kia Motors Corp., comprada pela Hyundai em 1998, foi beneficiada por um pacote de incentivos para a atração de investimentos. Não construiu a fábrica prometida e deixou em descoberto uma conta que, até hoje, o governo não tem de quem cobrar.

Sem pisar no Palácio do Planalto, o executivo aproveitou para expor ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e ao senador Romero Jucá (PMDB-RR) os planos da companhia de investir U$ 1 bilhão em uma nova fábrica no Brasil. Fontes do governo viram no movimento uma tentativa do empresário coreano de convencer parlamentares a aprovar uma lei de perdão à dívida - iniciativa que só o Congresso pode adotar. Em abril, executivos da montadora coreana participaram da inauguração da fábrica da Hyundai em Anápolis (GO), ao lado de Lula. O investimento nessa fábrica foi feito pelo Grupo Caoa, de capital nacional.

O imbróglio começou em 1996, quando o governo Fernando Henrique Cardoso adotou pacote de incentivos para empreendimentos no Nordeste e Centro-Oeste. A Asia Motors, pertence à Kia, se inscreveu no programa e prometeu construir uma fábrica na Bahia. Passou a usufruir de isenção de imposto de importação de veículos da matriz e outros benefícios fiscais. Em 1999, desistiu do projeto. Nas contas do governo, foram importados 70 mil veículos.

Como não cumpriu a contrapartida, a Asia estaria sujeita à cobrança dos impostos de multa, cujo valor original era de US$ 217 milhões. Hoje, seria de R$ 1 bilhão. O governo acabou sem ter de quem cobrar a dívida. O caso dividiu-se em várias batalhas judiciais - da Receita contra os sócios da Asia Motors do Brasil, o brasileiro Washington Armênio Lopes e o coreano Chong Jin Jeon; dos sócios contra a Kia e vice-versa.

Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO / NEGÓCIOS / 16.05.2007 / BRASÍLIA
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  • Postado em 15:25:55

Sócio da Asia Motors do Brasil é preso na Coréia

ASSESSORIA DA EMPRESA ALEGA HAVER UM ENGANO
Executivo é acusado de um desfalque de US$ 180 milhões na matriz da companhia

O executivo da Asia Motors do Brasil, Chong Jing Jon, sócio da fábrica que está sendo construída na Bahia, foi preso na Coréia sob acusação de ter dado um desfalque de US$ 180 milhões na matriz. O anúncio da prisão foi feito na quarta-feira por promotores da Justiça de Seul. A direção da empresa no País informou ontem não ter conhecimento de nenhum ato ilícito que possa ser atribuído a seu sócio, que no País adota o nome de Stoney Jeon.

Com o empresário brasileiro Washington Armênio Lopes, Jeon é dono de 49% das ações da Asia Motors do Brasil (AMB). Os outros 51% pertencem à matriz coreana, que fazia parte do grupo Kia Motors, que está em processo de concordata. Ambas foram adquiridas recentemente pela também coreana Hyundai.

De acordo com a assessoria de imprensa da Asia Motors do Brasil, o executivo Jeon, que mora em São Paulo há vários anos, estava na Coréia para negociar a compra de veículos da marca e acertar novas associações. Ele foi preso no fim de dezembro, mas somente na quarta-feira a Promotoria local formalizou a detenção. Na próxima semana, seu advogado virá ao País para juntar documentos que provem sua inocência. Outros dez executivos da montadora na Coréia também estão sendo investigados pelo desfalque.

A assessoria da empresa informou que o valor que a Justiça coreana alega ter sido desviado por Jeon, referente à comercialização de cerca de 20 mil vans Towner e Topic, foi convertido em capital para a construção da fábrica em Camaçari (BA), com aprovação da matriz. A dívida seria paga no prazo de dois anos, sendo que parte dela deve vencer em breve.

Ainda segundo a assessoria, as obras da fábrica estão em andamento, com previsão de início das operações no fim deste ano. O próprio presidente Fernando Henrique Cardoso participou da cerimônia de lançamento da pedra fundamental.

A empresa recebeu incentivos fiscais para sua instalação e participava do regime automotivo, que lhe dava direito a importar veículos pagando metade do imposto de importação. Como o cronograma de construção da fábrica não foi cumprido, no início de 98 o governo suspendeu o benefício, que já acumulava um crédito de US$ 140 milhões.

Fonte: O ESTADO / ECONOMIA / 08.01.1999 / SÃO PAULO
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  • Postado em 15:24:27