<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed version="0.3" xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
	<generator></generator>
	<title>S.O.S JJ Justice: Revelar a Verdade</title>
	<subtitle type="html">"Justi&#231;a Para Todos"</subtitle>
	<updated>25.09.08 11:35:07</updated>
	<link rel="alternate" type="text/html" href="http://jjjustica.blog.terra.com.br" />
	<tagline>"Justi&#231;a Para Todos"</tagline>  
	   
			<entry>
		    <title type="text/plain" mode="xml"></title>
		    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jjjustica.blog.terra.com.br/title_8" />   
		    <author>
		       <name>joonzon</name>
		       <uri></uri>
		   </author>
		    <id>http://jjjustica.blog.terra.com.br/title_8</id> 
		    <updated>25.09.08 11:35:07</updated>
		    <published>25.09.08 11:35:07</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Este blog tem o intuito de revelar toda a verdade do caso em que Chong Jin Jeon&#160;foi preso sob falsas acusa&#231;&#245;es de fraude cometidos pela ASIA Motors.</content>
		</entry>
			<entry>
		    <title type="text/plain" mode="xml">&#205;ndice de not&#237;cias</title>
		    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jjjustica.blog.terra.com.br/indice_de_noticias" />   
		    <author>
		       <name>joonzon</name>
		       <uri></uri>
		   </author>
		    <id>http://jjjustica.blog.terra.com.br/indice_de_noticias</id> 
		    <updated>22.10.08 08:32:19</updated>
		    <published>25.09.08 11:32:16</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">1. Em nome do nosso pai; Provas e Fatos2. Brasil ser&#225; base de exporta&#231;&#227;o da Hyundai para a Am&#233;rica Latina3. Jennifer, filha mais velha de Chong Jin Jeon faz apelo &#224;s autoridades brasileiras4. Hyundai ter&#225; f&#225;brica no Pa&#237;s, apesar da disputa de US$ 1 bi com o governo5. Presidente da Hyundai &#233; perdoado por governante da Cor&#233;ia do Sul 6. EUA aceitam exportar &#224; Cor&#233;ia do Sul carne de gado com menos de 30 meses7. Depoimento da Jennifer - 1&#186; filha de Chong Jin Jeon8. Depoimento da Suely - 2&#186; filha de Chong Jin Jeon9. Depoimento da Bonny - 3&#186; filha de Chong Jin Jeon10. Projeto da Kia no Brasil vai parar na justi&#231;a com disputa bilion&#225;ria 11. Lula evita reuni&#227;o com Hyundai12. S&#243;cio da Asia Motors do Brasil &#233; preso na Cor&#233;ia13. Bancos coreanos socorrem a Kia...14. Ex-presidente da Samsung &#233; condenado por sonega&#231;&#227;o, mas n&#227;o ser&#225; preso15. Hist&#243;rico de Chong Jin Jeon (Parte 2)16. Hist&#243;rico de Chong Jin Jeon (Parte 1)17. Quer cometer um crime? Fa&#231;a-o na Cor&#233;ia, a Justi&#231;a ir&#225; converter-las em servi&#231;os comunit&#225;rios. (&#201; uma palha&#231;ada total!)18. A ru&#237;na do jovem empres&#225;rio coreano e a Hyundai19. Hyundai 'batalha' por f&#225;brica no Brasil20. 'Porque s&#243; eu fui acusado de fraude?'</content>
		</entry>
			<entry>
		    <title type="text/plain" mode="xml">Brasil ser&#225; base de exporta&#231;&#227;o da Hyundai...</title>
		    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jjjustica.blog.terra.com.br/brasil_sera_base_de_exportacao_da_hyunda" />   
		    <author>
		       <name>joonzon</name>
		       <uri></uri>
		   </author>
		    <id>http://jjjustica.blog.terra.com.br/brasil_sera_base_de_exportacao_da_hyunda</id> 
		    <updated>25.09.08 11:29:52</updated>
		    <published>25.09.08 11:26:30</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Grupo coreano anuncia hoje investimento inicial de US$ 600 milh&#245;es em f&#225;brica em PiracicabaA coreana Hyundai Motor Company assina hoje, em S&#227;o Paulo, protocolo de inten&#231;&#245;es para a constru&#231;&#227;o de uma f&#225;brica em Piracicaba. Inicialmente o grupo, sexto maior fabricante de ve&#237;culos do mundo, vai investir US$ 600 milh&#245;es para produzir 100 mil carros por ano, mas o projeto &#233; bem mais ambicioso.Dois anos ap&#243;s o in&#237;cio das opera&#231;&#245;es, previsto para 2011, a empresa pretende montar uma unidade de motores e uma de transmiss&#245;es para, mais adiante, triplicar a produ&#231;&#227;o. O projeto completo est&#225; or&#231;ado em US$ 1,6 bilh&#227;o (quase R$ 3 bilh&#245;es).O dinheiro vir&#225; de recursos pr&#243;prios e de financiamentos que a montadora pretende buscar, em princ&#237;pio, nas ag&#234;ncias externas. &#8220;Ser&#225; nossa entrada na Am&#233;rica Latina, inicialmente para abastecer o mercado brasileiro, mas depois vamos exportar para outros pa&#237;ses da regi&#227;o&#8221;, disse ontem ao Estado o vice-presidente da Hyundai Motor, In Seo Kim.Al&#233;m do investimento direto, um grupo de 20 fornecedores de autope&#231;as coreanas estuda instalar unidades locais, o que resultaria em aportes extras de US$ 250 milh&#245;es a US$ 400 milh&#245;es. Cinco empresas j&#225; confirmaram unidades produtivas para fornecer pain&#233;is, pe&#231;as de estamparia, ar-condicionado, p&#225;ra-choques e bancos.O protocolo ser&#225; assinado hoje &#224; tarde no Pal&#225;cio dos Bandeirantes, com a presen&#231;a do governador Jos&#233; Serra e do presidente de neg&#243;cios internacionais, vendas dom&#233;sticas e planejamento da Hyundai, Jae-Kook Choi. Em novembro, na cerim&#244;nia de instala&#231;&#227;o da pedra fundamental, devem participar o presidente da Cor&#233;ia do Sul Lee Myung-Bak, o presidente Luiz In&#225;cio Lula da Silva e o presidente mundial do grupo Hyundai, Chung Mong-Koo.O modelo a ser fabricado em Piracicaba &#233; um compacto qwue est&#225; sendo desenvolvido na Cor&#233;ia especialmente para o mercado latino-americano. Kim s&#243; adiantou que haver&#225; vers&#245;es hatchaback e sed&#227; do modelo, que ter&#225; motores 1.0 e 1.6 flex. Hoje, custariam a partir de R$ 25 mil. Para a produ&#231;&#227;o de 100 mil ve&#237;culos ao ano ser&#227;o contratados 1,5 mil funcion&#225;rios.O Brasil ser&#225; o s&#233;timo pa&#237;s a abrigar uma f&#225;brica do grupo, que tem unidades, al&#233;m da Cor&#233;ia, nos EUA, China, &#205;ndia, Turquia, Rep&#250;blica Checa e R&#250;ssia. &#8220;Em 2012, queremos atingir produ&#231;&#227;o de 6 milh&#245;es de ve&#237;culos ao ano, sendo 3 milh&#245;es na Cor&#233;ia e 3 milh&#245;es nos demais pa&#237;ses&#8221;, disse Kim.Antes de escolher Piracicaba, os executivos da hyundai visitaram 35 locais em seis Estados (Rio Grande do Sul, Paran&#225;, Minas Gerais, Rio e Bahia, al&#233;m de S&#227;o Paulo). &#8220;Recebemos v&#225;rias ofertas de incentivos, mas S&#227;o Paulo venceu principalmente por causa da infra-estrutura e do parque de fornecedores de pacas&#8221;, afirmou Kim. Planos - Kim, vice-presidente da Hyundai disse que os investimentos podemo chegar a US$ 1,6 bi, para produzir 300 mil carros ao anoTerrenoAs obras de constru&#231;&#227;o da f&#225;brica come&#231;ar&#227;o em julho de 2009. O terreno de 130 hectares, que hoje abriga uma planta&#231;&#227;o de cana, ser&#225; doado pela Prefeitura, que vai adquiri-lo de particulares. O munic&#237;pio tamb&#233;m garantiu incentivos fiscais previstos na lei local.Kim explicou que todas f&#225;bricas constru&#237;das pela Hyundai, com exce&#231;&#227;o da unidade da Turquia, t&#234;m capacidade para 300 mil ve&#237;culos ao ano, volume que a companhia considera ideal para uma ind&#250;stria automobil&#237;stica ser eficiente.Ele contou que, inicialmente, a id&#233;ia era come&#231;ar com 150 mil unidades ao ano, das quais 100 mil para o mercado interno e o restante para exporta&#231;&#227;o. &#8220;Depois resolvemos adiar o projeto de exporta&#231;&#227;o em pelo menos dois anos para que, at&#233; l&#225;, alcancemos 60% de &#237;ndice de nacionaliza&#231;&#227;o, o que nos permitir&#225; vender os carros no Mercosul&#8221;.Inicialmente, entre 50% a 60% das pe&#231;as ser&#227;o importadas. Em cinco anos, a montadora pretende atingir 90% de &#237;ndice de nacionaliza&#231;&#227;o. O grupo CAOA, do empres&#225;rio brasileiro Carlos Alberto de Oliveira Andrade, que j&#225; tem uma f&#225;brica com a marca Hyundai em An&#225;polis (GO), seguir&#225; com seus projetos de montagem do mini-caminh&#227;o HR e, no pr&#243;ximo ano, do utilit&#225;rio Tucson.&#8220;O grupo seguir&#225; tamb&#233;m como importador oficial da marca e sua rede de distribuidores poder&#225; vender nossos carros, assim como a nossa rede vender&#225; os dele&#8221;, disse o vice-presidente da Hyundai. Kim disse que a cria&#231;&#227;o de uma rede pr&#243;pria de concession&#225;rios ainda est&#225; em negocia&#231;&#227;o.A Hyundai deve produzir este ano mais de 4 milh&#245;es de ve&#237;culos no mundo e, junto com a coligada Kia, emprega 120 mil pessoas.&#8216;N&#227;o temos responsabilidade sobre essa d&#237;vida&#8217; O an&#250;ncio da constru&#231;&#227;o da f&#225;brica da Hyundai ocorre sem que a Procuradoria-Geral da Fazenda tenha resolvido o problema de uma d&#237;vida deixada nos anos 90 pela Asia Motors do Brasil, empresa que, &#224; &#233;poca, tinha como acionista principal a Asia Motors da Cor&#233;ia, que depois foi adquirida pela Kia Motors Corporation e, mais tarde pela Hyundai. A d&#237;vida beira R$ 1,6 bilh&#227;o.&#8220;S&#243; decidimos fazer o investimento depois de nos certificarmos de que a Hyundai n&#227;o tem nenhuma responsabilidade sobre essa d&#237;vida&#8221;, disse In Seo Kim, vice-presidente da montadora.&#8220;A Kia &#233; uma empresa-irm&#227;, mas n&#227;o somos a mesma empresa.&#8221; Segundo ele, o assunto est&#225; nas m&#227;os da Justi&#231;a brasileira. &#8220;Nossa companhia levou em considera&#231;&#227;o que o governo brasileir, a Justi&#231;a e o Legislativo s&#227;o s&#233;rios e v&#227;o resolver o problema da melhor forma, mas temos certeza de nossa isen&#231;&#227;o. &#8220; A Hyundai &#233; assessorada pelo escrit&#243;rio Tozzini Freire, que acompanha o processo de instala&#231;&#227;o da f&#225;brica.A multa teve origem quando a Asia Motors do Brasil &#8211; que tinha 51% das a&#231;&#245;es nas m&#227;o da Asia da Cor&#233;ia e 49% com dois s&#243;cios brasileiros e um coreano &#8211; inscreveu-se no Regime Automotivo e prometeu construir uma f&#225;brica na Bahia. Com isso, importou mais de 70 mil carros com abatimento de impostos. Mas o projeto fracassou. A Asia foi incorporada &#224; Kia, adquirida pela Hyundai em 1998. Hoje, o s&#243;cio coreano da Asia, Chong Jin Jeon, est&#225; preso na Pol&#237;cia Federal, aguardando extradi&#231;&#227;o pedida pelo governo da Cor&#233;ia, que o acusa de ter praticado fraude. Ele alega inoc&#234;ncia e pede para ficar no Brasil, onde tem esposa e 3 filhas.</content>
		</entry>
			<entry>
		    <title type="text/plain" mode="xml">Hyundai ter&#225; f&#225;brica no Pa&#237;s, apesar...</title>
		    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jjjustica.blog.terra.com.br/hyundai_tera_fabrica_no_pais_apesar" />   
		    <author>
		       <name>joonzon</name>
		       <uri></uri>
		   </author>
		    <id>http://jjjustica.blog.terra.com.br/hyundai_tera_fabrica_no_pais_apesar</id> 
		    <updated>12.11.08 11:42:18</updated>
		    <published>20.08.08 17:03:24</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Hyundai ter&#225; f&#225;brica no Pa&#237;s, apesar da disputa de US$ 1 bi com o governoMontadora desconsidera pend&#234;ncia e planeja f&#225;brica, tamb&#233;m de US$ 1 bi, em Piracicaba, no interior de S&#227;o PauloCleide SilvaA montadora coreana Hyundai prepara sua chegada a S&#227;o Paulo com apoio do governo do Estado, que negocia a instala&#231;&#227;o de uma f&#225;brica de carros populares em Piracicaba. As negocia&#231;&#245;es ocorrem sem que a empresa tenha encontrado solu&#231;&#227;o para uma d&#237;vida bilion&#225;ria com o governo federal deixada pela sua ex-subsidi&#225;ria Asia Motors nos anos 90.Corrigido, o calote &#233; de cerca de R$ 1,6 bilh&#227;o (US$ 1bilh&#227;o) e teve origem quando a Asia Motors do Brasil -, empresa que tinha 51% do capital nas m&#227;os da Asia Motors da Cor&#233;ia e 49% com um s&#243;cio brasileiro e um coreano -, inscreveu-se no Regime Automotivo e prometeu construir uma f&#225;brica na Bahia. Com isso, importou mais de 70 mil carros com abatimento de impostos, mas o projeto n&#227;o saiu do papel.A Asia foi incorporada &#224; Kia Motors coreana, adquirida pela Hyundai em 1998. As duas companhias alegam que n&#227;o tinham responsabilidade sobre as atividades da Asia Motors do Brasil e n&#227;o assumem a d&#237;vida. H&#225; v&#225;rios anos os envolvidos travam disputas na Justi&#231;a.O secret&#225;rio adjunto de Desenvolvimento, Luciano de Almeida, confirmou ontem, por meio de sua assessoria, que o Estado quer atrair a nova montadora, que promete um investimento de cerca de US$ 1 bilh&#227;o, segundo declara&#231;&#245;es recentes do presidente mundial do grupo, Chung Mong-Koo.&#34;Como a d&#237;vida &#233; com a Uni&#227;o, o governo de S&#227;o Paulo n&#227;o entra nessa seara&#34;, disse Almeida. Ele n&#227;o deu detalhes da negocia&#231;&#227;o realizada com um grupo de executivos que est&#225; no Pa&#237;s desde segunda-feira.Ontem, o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, que passou o dia em S&#227;o Paulo, recebeu o vice-presidente da Hyundai, In Seo Kim. Ele informou sobre a inten&#231;&#227;o do investimento e perguntou se o ministro poderia interceder junto ao governo para solucionar o problema da d&#237;vida.Segundo assessores, Jorge respondeu que &#34;nem o Minist&#233;rio do Desenvolvimento, nem a Fazenda e nem o presidente Lula t&#234;m autonomia para discutir o problema&#34;. O d&#233;bito est&#225; inscrito na d&#237;vida ativa da Uni&#227;o e s&#243; pode ser cancelado por meio de lei ou medida provis&#243;ria aprovada pelo Congresso.Fontes que acompanham as negocia&#231;&#245;es dizem que a empresa j&#225; teria escolhido Piracicaba para erguer a f&#225;brica, com capacidade para 100 mil ve&#237;culos ao ano. Coincidentemente, Almeida &#233; natural da cidade, que fica a 170 quil&#244;metros da capital paulista. Recentemente, o Estado ficou com a nova f&#225;brica da Toyota, que ser&#225; instalada em Sorocaba. Antes de S&#227;o Paulo, os coreanos se reuniram com os governos do Rio e de Minas.F&#193;BRICA DA CAOA A Hyundai j&#225; tem em An&#225;polis (GO) uma f&#225;brica com sua marca, mas ela pertence ao empres&#225;rio brasileiro Carlos Alberto de Oliveira Andrade, do grupo Caoa, que investiu R$ 400 milh&#245;es no projeto. Ele adquiriu o direito de uso da marca e batizou a f&#225;brica de Hyundai/Caoa. Por meio de pagamento de royalties, produz os minicaminh&#245;es HR e, em 2009, iniciar&#225; a produ&#231;&#227;o do utilit&#225;rio-esportivo Tucson.&#34;Mesmo que a Hyundai venha a construir uma f&#225;brica pr&#243;pria, meus investimentos ser&#227;o mantidos&#34;, disse Andrade. Segundo ele, contrato assinado em maio lhe d&#225; garantias de produzir &#34;ve&#237;culos de maior valor agregado&#34; e de seguir como importador oficial de ve&#237;culos fabricados localmente.Andrade informou que est&#225; &#34;robotizando&#34; a f&#225;brica para iniciar a produ&#231;&#227;o do Tucson, que consumir&#225; mais R$ 300 milh&#245;es. Um ano depois, iniciar&#225; a produ&#231;&#227;o de um terceiro ve&#237;culo com novo aporte de R$ 300 milh&#245;es.Montadora herdou d&#237;vida da Asia MotorsAsia ganhou subs&#237;dio para construir f&#225;brica na Bahia, mas n&#227;o cumpriu acordo O grupo Hyundai produz cerca de 6 milh&#245;es de ve&#237;culos por ano, metade na Cor&#233;ia, onde &#233; l&#237;der de mercado. A empresa &#233; dona da Kia Motors que, nos anos 90, controlava a Asia Motors. Com o boom de novas montadoras que chegaram ao Brasil nos anos 90, a Asia tamb&#233;m anunciou uma filial na Bahia.Na &#233;poca, o Regime Automotivo beneficiava com isen&#231;&#227;o de 50% de impostos as importa&#231;&#245;es de ve&#237;culos trazidos pelas companhias que teriam f&#225;bricas locais. A Asia chegou a importar 70 mil ve&#237;culos, a maioria minivans Towner e Topic, que foram sucesso de vendas.Uma crise da empresa na Cor&#233;ia e desentendimentos entre os s&#243;cios no Brasil derrubaram o projeto da f&#225;brica, que chegou a ter cerim&#244;nia de pedra fundamental com o presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador Ant&#244;nio Carlos Magalh&#227;es. O terreno depois foi repassado para a Ford.Sem f&#225;brica, a Asia teria de recolher os impostos n&#227;o pagos no per&#237;odo em que beneficiou-se do regime automotivo, al&#233;m de multa. Segundo o Minist&#233;rio do Desenvolvimento, o valor original era de US$ 217 milh&#245;es. Advogados que acompanham o caso dizem que, convertido em reais e corrigido, o d&#233;bito est&#225; perto de R$ 1,6 bilh&#227;o, praticamente o valor que a Hyundai pretende investir agora.Est&#227;o envolvidos na a&#231;&#227;o de cobran&#231;a o empres&#225;rio Washington Arm&#234;nio Lopes, presidente da Asia Motors do Brasil e Chong Jin Jeon, s&#243;cio coreano que vivia no Brasil. Eles eram importadores de ve&#237;culos da Asia Motors desde 1993. Em 1997 fizeram parceria com a Asia da Cor&#233;ia.A empresa coreana passou a deter 51% das a&#231;&#245;es e eles ficaram com 49%. A Hyundai comprou a Kia em 1998. No ano seguinte, o plano da f&#225;brica foi descartado. Desde ent&#227;o, uma batalha judicial tenta deixar a conta nas m&#227;os de Lopes e de Jeon e isentar a Kia e a Hyundai.Fontes a par das negocia&#231;&#245;es entre o grupo de coreanos e o governo de S&#227;o Paulo afirmam que a Hyundai est&#225; certa que provar&#225; na Justi&#231;a sua isen&#231;&#227;o no caso da d&#237;vida.O advogado Fabiano Robalinho, do Escrit&#243;rio de Advocacia Sergio Bermudes, representante da Kia Motors Corporation no Brasil, informa que a Justi&#231;a da Bahia, onde o caso corre, j&#225; declarou, em primeira inst&#226;ncia, que a empresa n&#227;o tem responsabilidade sobre a d&#237;vida. A Kia alega ter sido enganada pelos s&#243;cios brasileiros na a&#231;&#227;o de aumento de capital da Asia Motors do Brasil, fato que teria inviabilizado o projeto. Os ex-s&#243;cios dizem o contr&#225;rio.Jeon foi preso no fim de 1999 na Cor&#233;ia, quando visitava o pa&#237;s. Ficou detido por um ano e meio. Foi julgado e condenado a dez anos por a&#231;&#245;es fraudulentas que teria praticado na Asia brasileira. Fugiu para o Brasil e hoje est&#225; preso na sede da Pol&#237;cia Federal de S&#227;o Paulo aguardando decis&#227;o de extradi&#231;&#227;o.Fonte: O ESTADO S.P. / 16.08.2008 / S&#195;O PAULO----------------Como uma empresa que tem uma multa de R$ 1,6 bilh&#227;o com o governo brasileiro consegue entrar no Brasil para construir uma f&#225;brica???? QUANDO &#233; que o governo brasileiro vai cobrar e receber este montande de dinheiro que deveria voltar para o povo??? Por que uma empresa que nem construiu e nem cumpriu sua promessa de construir uma f&#225;brica, recebendo todos os incentivos, consegue entrar no mercado brasileiro sem BARREIRAS?!?!?!?! COMO isto &#233; poss&#237;vel???</content>
		</entry>
			<entry>
		    <title type="text/plain" mode="xml">Lula evita reuni&#227;o com Hyundai</title>
		    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jjjustica.blog.terra.com.br/lula_evita_reuniao_com_hyundai_1" />   
		    <author>
		       <name>joonzon</name>
		       <uri></uri>
		   </author>
		    <id>http://jjjustica.blog.terra.com.br/lula_evita_reuniao_com_hyundai_1</id> 
		    <updated>20.08.08 17:02:30</updated>
		    <published>20.08.08 17:00:25</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Lula evita reuni&#227;o com HyundaiEmpresa tem di&#8217;vida de R$ 1 bilh&#227;o com o governoDenise Chrispim MarinRenata Ver&#237;ssimoBRAS&#205;LIAO Pal&#225;ciodo Planalto teve o cuidado de negar, na semana passada, pedido de audi&#234;ncia do presidente mundial do grupo coreano Hyundai, Chung Mong-Koo, com o presidente Luiz In&#225;cio Lula da Silva. A cautela impediu que Lula recebesse um ins&#243;lito pedido de perd&#227;o da d&#237;vida de cerca de R$ 1 bilh&#227;o da empresa com a Receita Federal. A Kia Motors Corp., comprada pela Hyundai em 1998, foi beneficiada por um pacote de incentivos para a atra&#231;&#227;o de investimentos. N&#227;o construiu a f&#225;brica prometida e deixou em descoberto uma conta que, at&#233; hoje, o governo n&#227;o tem de quem cobrar.Sem pisar no Pal&#225;cio do Planalto, o executivo aproveitou para expor ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e ao senador Romero Juc&#225; (PMDB-RR) os planos da companhia de investir US$ 1 bilh&#227;o em uma nova f&#225;brica no Brasil. Fontes do governo viram no movimento uma tentativa do empres&#225;rio coreano de convencer parlamentares a aprovar uma lei de perd&#227;o &#224; d&#237;vida &#8211; iniciativa que s&#243; o Congresso pode adotar. Em abril, executivos da montadora coreana participaram da inaugura&#231;&#227;o da f&#225;brica da Hyundai em An&#225;polis (GO), ao lado de Lula. O investimento nessa f&#225;brica foi feito pelo Grupo Caoa, de capital nacional.O imbr&#243;glio come&#231;ou em 1996, quando o governo Fernando Henrique Cardoso adotou pacote de incentivos para empreendimentos no Nordeste e Centro-Oeste. A Asia Motors, pertencente &#224; Kia, se inscreveu no programa e prometeu construir uma f&#225;brica na Bahia. Passou a usufruir deisen&#231;&#227;o de imposto de importa&#231;&#227;o de ve&#237;culos da matriz e outros benef&#237;cios fiscais. Em 1999, desistiu do projeto. Nas contas do governo, foram importados 70 mil ve&#237;culos.Como n&#227;o cumpriu a contra partida, a Asia estaria sujeita &#224; cobran&#231;a dos imposto sede multa, cujo valor original era de US$ 217 milh&#245;es. Hoje, seria de R$ 1 bilh&#227;o. O governo acabou sem ter de quem cobrara d&#237;vida. O caso dividiu-se em v&#225;rias batalhas judiciais &#8211; da Receita contra os s&#243;cios da Asia Motors no Brasil, o brasileiro Arm&#234;nio Lopes e o coreano Chong Jin Jeon; dos s&#243;cios contra a Kia e vice-versa.Fonte: O ESTADO S.P. / NEG&#211;CIOS / 16.05.2007 / S&#195;O PAULO</content>
		</entry>
	</feed>